sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Agenda 11, 12 e 13.



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Shows e Apresentações Musicais.
Sexta 11 de Novembro, Sábado 12 de Novembro e Domingo 13 de Novembro

• 11 de Novembro
Let Me Beatles

Horário: às 22:00 hrs
Ingressos: R$: 12 (única)
Local: Bar Burburinho,
Rua Tomazinha, nº 106, Recife Antigo





• 11 de Novembro
Projeto Rosa Doida - Glauco e o Trem

Horário: às 20:00 hrs
Ingressos: R$: 8 (única)
Local: Teatro Joaquim Cardozo,
Rua Benfica, nº 157, Madalena




• 11 de Novembro
Papaninfa e Fina Tonelada

Horário: ~
Ingressos: R$: 40 (homens), R$: 30 (mulheres)
Local: Audrey Dining Club,
Rua Tenente Cícero, nº 202, Boa Viagem




• 11 de Novembro
Downtown, Sexta dos Tributos
The Strokes, Artic Monkeys, The Killers + Kings of Leon e Maroon 5
Com as bandas: Dakota e Soho

Horário: ~
Ingressos: Mulher: R$ 15, Homem R$: 20 (única)
Local: Downtown Pub


• 11 de Novembro
Esse é o Som - Kumina Roots

Horário: às 23:00 hrs
Ingressos: entrada franca
Local: Rua da Moeda






• 12 de Novembro
Jorge Ben e Maestro Spok - Fliporto 2011

Horário: às 23:00 hrs
Ingressos: entrada franca
Local: Fortim de São Francisco de Olinda (Fortim do Queijo)




• 12 de Novembro
 Rock com Pipoca - Tributo ao Pink Floyd
com Gustavo D'Almeida & Raiga Band

Horário: às 22:00 hrs
Ingressos: R$ 12 (única)
Local: Cachaçaria Virgulino,
Rua do Sol, ao lado da Praça do Fortim, Carmo, Olinda.


• 12 de Novembro
 The Evolution Blues Band

Horário: às 16:00 hrs
Ingressos: R$ 5 (única)
Local:Varanda Pub,
Rua do Farol, 334 - Bairro Novo, Olinda.



• 12 e 13 de Novembro
Yamandu Costa e Renato Borghetti

Horário: dia 12 às 21:00 hrs / dia 13 às 20:00 hrs
Ingressos: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia entrada)
Local: Teatro Luíz Mendonça - Parque Dona Lindu




• 13 de Novembro
 Programação Cultural do Conservatório Pernambucano de Música
Grupo Choro Brasil - Palco Para Todos

Horário: às 18:00 hrs
Ingressos: ~
Local: Conservatório Pernambucano de Música




Cinema - Janela de Cinema e Estreias da Semana.
descrição dos filmes retirada diretamente do site da IV Janela Internacional de Cinema do Recife.





quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Antoni Gaudí



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Gaudí, em 1978.
Eu começo hoje uma série de posts sobre arquitetos que considero inspiradores, artistas, monstros que fizeram ou ainda fazem algo inovador no mundinho divertido dessa arte funcional. Pensei um bocado antes de definir qual seria meu primeiro e optei por falar de Gaudí. Principalmente porque dos meus ídolos ele é um dos mais antigos, produziu obras fantásticas, de colocações e revestimentos que até hoje em dia - com todo esse direito a "loucura" que os arquitetos podem ter em determinados locais / situações, ainda não tem ninguém que sequer se atreva a fazer coisa parecida!

Introdução
Antoni Placid Gaudí i Cornet, nasceu em Reus no dia 25 de Junho de 1852, de origens humildes, era filho de um latoeiro que iria viver com ele no fim da vida acompanhado de uma sobrinha, nunca tendo casado. Mostrou desde cedo interesse pela arquitetura, tendo ido estudar em 1869 em Barcelona, onde passou grande parte de sua vida, o então centro político e intelectual da Catalunha, sendo também a cidade a mais moderna da Espanha. Só acabou o curso oito anos mais tarde, tendo os estudos sido interrompidos pelo serviço militar e outras atividades intermitentes. A obra de Gaudí faz parte do que hoje em dia é chamado de Modernismo Catalão, uma variante local do movimento chamado de Art Noveau - movimento de design e arquitetura que teve destaque na chamada Belle Époque, iniciou-se nas últimas décadas do século XIX e tem relação direta com a 2º Revolução Industrial que acontecia na Europa, proporcionando a melhor exploração de materiais como vidro e ferro. As primeiras obras de Gaudí possuem claras influências do estilo gótico na arquitetura e da arquitetura tradicional catalã. É possível enxergar em Gaudí a influência direta das idéias do arquiteto francês Eugène Viollet-le-Duc, arquiteto que prezava idéias de revivalismo (movimento que acontece várias vezes na história da arte e visa trazer de volta preceitos de um tipo de arte produzido anteriormente na sociedade) e trouxe para o seu país a volta da produção de arquitetura considerada gótica. Viollet-le-Duc foi um dos precursores da idéia de preservação do patrimônio histórico e é considerado um dos primeiros teóricos da arquitetura moderna. Arquiteto cujo estilo distinto se caracteriza pela liberdade de forma, cor e texturas voluptuosas e na unidade orgânica, Gaudí trabalhou quase sempre em Barcelona ou nos seus arredores. Grande parte da sua carreira foi ocupada com a construção do Templo Expiatório da Sagrada Família.

Red House (William Morris) / Abadia de Saint-Denis / Esboço de Viollet-le-Duc

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Livro: Led Zeppelin



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Led Zeppelin - Quando os Gigantes caminhavam sobre a Terra 
Autor: Mick Wall / Editora: Larousse 
527 páginas 
tradução de Elvira Serapicos
Antes de começar a escrever sobre o livro, tenho que deixar bem claro que eu sou uma FÃ LOUCA VICIADA em Led Zeppelin, e de forma alguma isso vai ser uma "análise" imparcial, pois é óbvio que desde o seu prólogo intenso com o cheiro das ruas londrinas mais underground dos anos 60 que eu nunca frequentei, com o clima entorpecido de sei lá quantas doses de jack daniels sem gelo, sei lá quantos cigarros, sei lá quanto blues, eu fui arrebatada, engolida como por uma grande planta carnívora: não tinha como não sequestrar aquele livro da mesa de cabeceira do meu amigo, não tinha como continuar vivendo tranquilamente enquanto não terminasse de ler tudo aquilo.

Nem terminei de ler ainda e já considero esse livro uma das maiores Bíblias para os fãs de Rock and Roll que já existiu. Isso porque o Led Zeppelin é uma grande banda, alguns dos Gigantes que um dia pisaram aqui com todo o impacto que poderiam causar. Apesar de serem o assunto focal do livro - desde seu surgimento até o fim -  "Led Zeppelin - Quando os Gigantes caminhavam sobre a Terra" fala também de todo o contexto local e temporal no qual o Led Zeppelin estava inserido, e como eles quebraram paradigmas no mundo da indústria fonográfica. Donos do melhor contrato da história, com o grande empresário Peter Grant por trás da banda conseguindo grandes acordos, e o perfeccionista Jimmy Page como guitarrista exímio e produtor da banda, toda a paixão de Robert Plant nos vocais, influenciado por aqueles cantores de blues com os quais ele sempre sonhou ser "igualzinho. ou melhor!", o arranjador fantástico por trás das cortinas, com toda sua "parafernalha", seu carro abarrotado de instrumentos acústicos até o teto, John Paul Jones e seu compromisso sério, e por fim, o baterista dono da personalidade mais divertida, de uma falta de noção que seria inaceitável, se ele não fosse o gênio que é; John Henry Bonham e suas mãos sem baquetas, seu bumbo único-duplo, seus solos de 20 minutos, meia hora, sua energia, sua bebedeira, toda sua capacidade de junto com aquele excelente trio, transformou o Led Zeppelin no grande quinto quinto monstro do rock'n roll.


Das influências, a história de vida, de como se conheceram e a partir de que idéia o Led Zeppelin surgiu. Das loucuras das turnês, das groupies e dos "experimentos" sádicos dos integrantes, das denúncias (e certezas) de plágios cometidos desde o início da carreira... Tudo isso pode ser encontrado com detalhes no livro. As influências do ocultismo na filosofia de vida de Jimmy Page e em até que parte isso pode ser encontrado na sua música, as explicações "tim tim por tim tim" para cada capa dos discos da banda. Passagens da vida de cada um deles, antes de se interessarem por música, durante o aprendizado, e depois que já tocavam por bandas pois aí, nas casas de eventos, como Plant e Bonzo, ou nos estúdios, nas gravações dos outros como Jonesy e Page.

Além de saber bem mais sobre o Zeppelin de Chumbo, no livro também é possível encontrar trechos que falam de outros grandes do rock como os próprios Beatles, os Stones, Cream, Yardbirds, Jeff Beck Band, Black Sabbath, entre tantos outros monstros. Aprendemos de onde vem as influências que encontramos no Led Zeppelin e pra onde elas vão, como numa grande estrada, a música e suas idéias transmitidas, de um para o outro, através dos tempos. Experimentos com a música folk e a música asiática entre tantas outras opções pelas quais o Led viajou indiscriminadamente.. Pra quem curte o bom e velho rock'n roll, uma boa, linda, maravilhosa, perfeita.. excelente leitura :}

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Motörhead - Lemmy Killmister



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Phill Campbell, Lemmy Killmister e Mikkey Dee - Formação Atual do Motörhead


O post de hoje é o primeiro de uma série dedicada pra quem gosta de um rock and roll pesado, rápido e macho, essa terça feira é o primeiro dia de Motörhead, um dos avós do metal, banda que influenciou uma gama muito grande de músicos e influencia até hoje. Com 21 discos lançados, sendo o último deles o "The Wörld is Yours", gravado ano passado (2010), é o primeiro disco da banda gravado com o selo próprio, "Motörhead Music" e possui sua formação atual, com o bom e velho mestre inglês Lemmy Kilmister nos vocais e no baixo, o sueco de ascendência grega Mikkey Dee na bateria e o fã do Hawkwind que virou guitarrista da banda de seu ídolo, Phill Campbell.


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